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23/06/14

Saudades de Nina

Olá meninos e meninas tudo bem?

Hoje vou falar dos meus bichos de estimação, para quem me acompanha no face já sabe que eu sou apaixonada por gatos, teve uma época que tive 13 gatos em casa, não pensem que eu sou maluca, é que eu tinha 3 gatos, 2 gatas e um gato, e as gatas deram cria juntas, cada uma teve 5 gatinhos, aí foi aquilo que vocês imaginam, gato pra todo lado, eu só os doei após estarem já comendo sozinhos.

Não tenho as fotos porque sempre as guardei no PC, mas um dia deu pane, queimou a placa mãe, e eu as perdi, o técnico que arrumou o PC conseguiu salvar poucas coisas, então muitas coisas se perderam inclusive as fotos.

Minha primeira gatinha se chamava Nina, abreviatura de Menina, eu a chamava assim, mas meu filho era pequeno tinha 3 anos, não conseguia dizer menina, e a chamava de Nina, e assim ficou. 
Nina
A história de Nina começou com a mãe dela, uma gata de rua, que deu cria na minha garagem, a gata se sentindo ameaçada, levou os gatinhos embora. Um belo dia, vejo uns olhos azuis me espiando no forro da casa ao lado, o vizinho disse que tinha gatos no forro de sua casa e que ia por veneno para matá-los, eu não poderia permitir isso, então eu e meu filho mais velho na época com 10 anos e o amigo dele tentamos resgatá-los, um a um, eram 5.
Nina
Para resumir o resgate que foi muito engraçado, talvez eu conte num outro dia, o único dos filhotes que não nos arranhou nem mordeu e veio docilmente foi a Nina, os outros depois sumiram, ela foi a única que ficou sendo nossa gatinha de estimação, com aqueles lindos olhos azuis.
Nina não miava, ela te olhava e só abria a boca, você nunca ouvia dela um mio sequer, ela era doce, carinhosa, uma fofa. E assim ela viveu conosco durante 14 anos, este ano a dois meses atrás ela partiu, deixando saudade sem fim, dela só me sobrou essas fotos. Não tirei fotos dela enquanto doente, pois não é assim que quero me lembrar dela. Jamais vou esquecê-la, e talvez jamais eu tenha uma outra gata tão doce quanto ela foi.
Gata
Nessa foto ela já está velhinha, cansada, mas sempre com aquele doce olhar azul, sempre tranquila, já não tinha alguns dentes, então tínhamos de dar comida de filhote a ela, pois já não conseguia comer a ração normal. Adoeceu, e mesmo assim se mantinha tranquila, e foi só na sua velhice que a ouvimos miar alto pela primeira vez, talvez porque estivesse surda. Nessa época ela fazia coisas estranhas, como dormir na chuva, tínhamos de tirar ela, já estava caduquinha. Voltou a ser um bebê.


Quando partiu, ela não estava aqui comigo, eu sabia que a hora dela estava chegando, ela quase não caminhava mais, ficou até o último minuto, no dia seguinte fui procurá-la e não mais a encontrei, preferiu partir sozinha, talvez não quisesse que sofrêssemos, como se isso fosse possível. Tentei encontrá-la, mas não a encontrei. Restou somente a saudade e boas lembranças e essas poucas fotos.
Gata
Só hoje consegui postar sobre ela sem cair no choro, pois não é fácil ver as fotos, trás muitas lembranças e dá muita saudade. Onde quer que eu ande pela casa tenho a sensação de que vou vê-la a qualquer momento me olhando como nessa foto.

Mas não vejam como uma história triste, ao contrário, ela nos deu 14 anos de alegrias, e de filhotes sapecas, num outro post apresento a vocês a Mimosa, filha de Nina, outra gata muito parecida com a mãe em alguns aspectos, mas essa miava alto, exigia atenção a toda hora, eu dizia que ela era mimada e dondoca rsrs.
Divisória

Qual seu bichinho de estimação? Deixe-nos sua opinião, ela é muito importante para nós!

Abraços e carinhos, até a próxima ...
My
Minda - Masso Vita




6 comentários:

  1. Olá Minda.
    Que historia linda, parece destino, ela estava destinada a vocês, quanto amor, muito bom de ler o exemplo de uma atitude humanitária que deu a vocês 14 anos de alegrias.
    Que a saudade com o tempo amenize cada vez mais, que bom que ficou o seu filhote para da a alegria a vocês. Um ótimo São João.
    Beijos.

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  2. Oi My bom dia! Minha querida imagino a dor que foi a partida, eu ainda não passei por isso, mas sofri que só Deus sabe quando minha Lilíca sumiu por 5 dias, quase enlouqueci...Esses peludos nos cativam e nos mimam, como você sabe tenho alguns aqui em casa, sou também uma apaixonada por esses felinos adoráveis, a sua Nina se parece muito com a minha Biscuí...14 anos é uma vida, nos apegamos demais e eles passam a fazer parte de nossas vidas assim como filhos. Linda e delicada a sua Nina, mas um dia todos passaremos por esse pedacinho triste.Morreu de velhinha a sua Nina, pior e quando vemos esses bichinhos morrerem porque foram maltratados e judiados...Não guento isso! Se eu tivesse condições minha casa seria um verdadeiro gatil, rsrsrsrsrs.
    Receba meu abraço carinho e tenha uma semana abençoada
    Marilene

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  3. MINDA:Boa tarde! Que linda e abençoada história de amor! Faz bem ao ser humano ter um animal de estimação.Dizem que trás conexão com o bom!Querida, a sua gatinha Nina era linda mas hoje está no reino dos animais, mais feliz, porque lá só tem uma imensidão de amor.Eu gosto de gatos, mais curto mais cachorros, apesar que não tenho paciência para cuidar...rsss, aqui em casa tem uma cachorrinha linda, mas é da minha mãe.Fofinha, que Deus conforte seu coração.Bjs e muitas alegrias.

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  4. Que historia linda , tive uma historia parecida , tive uma cachorro que viveu conosco por 18 anos e partiu , depois que ele se foi não consegui ter outro cachorro e então adotei meu primeiro gatinho e me apaixonei por gatos , ele é lindo um filho pra mim =)
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  5. My fiquei emocionada com post. Eu tinha uma gatinha se chamava Leticia também viveu por 14 anos ao meu lado ela morreu devido a um câncer no ovario, fiquei em depressão então minha mãe pegou outra gatinha que tem mesmo nome da sua a Nina, que ajudou a curar a nossa dor e já amo muito. Mais até hoje bate aquela saudades.

    Beijos ♥

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  6. Queria que meus gatos morressem assim. Compro da melhor ração, castro, mas não deu. Um eu salvei de um envenenamento recém-nascido e ele morreu aos sete anos de insuficiência renal diagnosticada tardiamente. O outro morreu aos sete meses ontem pela madrugada porque foi atrás de um rato envenenado. Ele perambulou envenenado pela casa, defecou e vomitou nas portas dos quartos enquanto estávamos dormindo, não miou, sendo que ele era bem comunicativo. Quando minha irmã acordou o viu petrificado o nariz sangrando. Não dou sorte com gatos. Era castrado mas veio de abrigo em que era acostumado a comer carne crua ou cozida e não foi acostumado desde cedo com ração. Passou só dois meses comigo e eu me imagino hoje se não o tivesse trazido talvez estivesse vivo.

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